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AMOR É PROSA, SEXO É POESIA Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? A outra (casada e prática) retruca: - Não são a mesma coisa não... Encontro duas amigas no calçadão do Leblon: - Teu artigo sobre amor deu o maior auê... Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã.

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Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. No entanto, em todo bordel, finge-se um "amorzinho" para iniciar.

Agora estou aqui, escrevendo para você no meu quarto antigo, que minha mãe conserva tal-e-qual, como se eu um dia fosse voltar para casa.

O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come.

O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo.

Dizem que o amor mingüa, que o sexo começa a rarear, que a rotina é acachapante. Íntimos, muitos acreditam, são duas pessoas que possuem relações físicas e emocionais entre si. Intimidade é você não precisar verbalizar tudo o que pensa, é aceitar a solidão do outro, é estarem familiarizados com o silêncio de cada um. Teria telefonado para você, não fosse tão inconveniente. Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, tanto medo de rejeição, tanta dor.

INTIMIDADE: PRÓS E CONTRAS As pessoas desancam o casamento. Atravessei o resto da noite encarando minha desintegração.

E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também.

A escrivaninha é muito antiga, daquelas que têm uma tampa, parece piano.

Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas... O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura.

Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. O amor é uma espécie de gratidão a posteriori pelos prazeres do sexo.

Zelda, há também o único romance escrito por Zelda Fitzgerald, a mulher de Scott Fitzgerald, que morreu louca, um incêndio, um hospício. p.s.: Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis.

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